Páginas

terça-feira, 19 de maio de 2015

O PAÏS DO FUTURO QUE NUNCA CHEGA !!


Enquanto o Brasil fica só prometendo, países como o México estão em plena ebulição .... vai sobrar o quê?

A água fervida para acalentar o empresário do Sul !

http://www.eletrolar.com/v2/noticias/maioria-das-empresas-planeja-investir-mais-em-inovacao1

É triste mas é verdade - ACORDA BRASIL !

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Avanços na tecnologia de Miolos Espumados


Sequencia da postagem anterior ...

Tradução livre da entrevista preliminar ao Encontro de Hamburgo
por Joe Diesendruck, Eng. 

Homenagem ao Ing. Wolfgang Unger por seu pioneirismo e visão técnica.


Na Conferencia Internacional sobre Inovações em Compósitos para Cabines Aeronáuticas e Materiais Leves, um dos tópicos a ser discutido será sobre os avanços que estão sendo conseguidos na tecnologia de Miolos Espumados.


Dr.-Ing. Yves Klett, Lider do “Grupo de Sanduiche” do Instituto de Desenho aeronáutico da Univeridade de Stuttgart e o Dr.-Ing. Gregor Endres, Engenheiro de Pesquisa no grupo de Inovações  da Airbus manterão um Workshop Interativo que irá contrastar e comparar as 2 principais tendências – miolos espumados ou miolos tipo “sanduíche”. Veja abaixo a entrevista prévia que concederam.

IQPC: Reduzir peso sem reduzir o conforto é tido como sendo o desafio-chave em se tratando de projeto de cabines de aviões. Vocês concordam? E o que pensam sobre o aumento do uso de compósitos nas cabines ser a melhor maneira de alcançar esse objetivo?

IK: com certeza – não há outro caminho a seguir ! enquanto as soluções já aprovadas são objeto de constante otimização, novos paradigmas construtivos e maior integração funcional  agora podem ser conseguidos usando tecnologia de ponta aportada pelos compósitos.

GE:  Eu, de modo geral, concordo.  Especialmente, no caso da acústica, em que a redução de peso gera um grande impacto no nível de ruído dentro da cabine. Assim, reduzir peso com melhoria do conforto é realmente um desafio. O aumento de utilização de compósitos ajuda na redução do peso total. Por outro lado, a parte da redução pode vir a ser usada na melhoria do conforto da cabine se integrada com elementos ativos de cancelamento de ruídos ou tratamentos de isolamento térmicos.

IQPC:  Com referencia aos benefícios provenientes do uso de materiais leves – vocês acham que esses materiais se pagam?

YK:  Considerando que o negócio de linhas aéreas ser um negócio de margens muito apertadas, o custo é fator crucial e soluções mais caras tem que produzir benefícios substanciais.  Uma das maneiras de se obter esses benefícios é trabalhar com um sistema de design leve.

GE:  é o mesmo com todos os materiais; usados da forma correta no lugar correto, eles se pagam. Forçar situações de uso em certas aplicações sempre gerará desvantagens.

IQPC: Como se pode maximizar o conforto dos passageiros com um espaço mínimo. Pode mesmo o conforto dos passageiros ser melhorado mediante o uso de compósitos.

YK: enquanto levarmos em consideração que a experiência do usuário é o resultado da  complexa interação de uma multitude de fatores, o uso de composites pode ajudar a economizar espaço – isso se a engenharia de produto cuidar para tirar o máximo proveito dos materiais – por ex. usando um critério consequente de  “fiber-fair design”.

GE:  A tecnologia de compósitos é uma enorme gama de tecnologia de materiais. Especialmente, ”estruturas híbridas” tais como sanduíches com os muitos matérias de miolo disponíveis podem ajudar a melhorar o conforto do passageiro.

IQPC: Aonde vocês vêm os desenvolvimentos mais interessantes no campo de tecnologia de compósitos e processos de produção?

YK: Entre outros, na produção automatizada de peças compósitas utilizando tecnologia de preforma e o desenvolvimento de novos miolos tipo “sanduiche” com perfís que contem interessantes propriedades.
  
GE: Uma das áreas aonde esperamos obter grandes resultados sem duvida são nos “sanduíches”. A enorme gama de materiais miolo, com suas propriedades específicas aliadas às técnicas de fabrico, por ex: as técnicas de infusão prometem muito. Assim também,  novas técnicas de reforço de espumas combinando tolerancia a danos e propriedades de isolação integradas ao design das partes.

IQPC: Como diferenciam seus trabalhos dos de outras tecnologias competitivas?

YK: O objetivo de nosso desenvolvimento de miolos inovadores tipo sanduíche é o de criar novas opções de design integrativo leve, especialmente na área de aplicações multifuncionais e soluções complexas customizadas usando o tipo sanduíche. Com nossa experiência única compreendendo da etapa de design até ao ciclo de fabricação, podemos fazer em casa e testar rapidamente novos protótipos.

IQPC: Finalmente, qual é sua maior expectativa quanto ao evento deste ano?

YK: A possibilidade de fazer network com experts, fabricantes e usuários finais e a oportunidade de introduzir novas ideias e discutir novos caminhos e estratégias para que o estado-da-artes e mostre ainda melhor.

GE: concordo, em especial pelas novas tecnologias e ideias para darmos o passo além em construções aeronáuticas.


De parte da ECO-WOLF, Inc. apresentamos abaixo painéis desenvolvidos na década passada pelo Ing. Wolfgang Unger e que incorporam vários detalhes aqui abordados, a saber:


Fig. 1 – Painel com miolo espumado e manta estrutural em fibra e aço











Fig. 2 – Painel para divisória ultraleve, autoportante, com miolo de cartão corrugado 






Obrigado pelo continuado interesse e atenção - estamos sempre à disposição para discutir o seu projeto especifico.






terça-feira, 14 de outubro de 2014

ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM HAMBURGO




Obtenha uma visão de como materiais leves inovadores podem contribuir para a excelência operacional de longo prazo.

Com as tendências globais visando a redução de CO2 e aumento da eficiência dos recursos, do mesmo modo, também ganha importância o uso de materiais leves na aviação. 

O aumento dos custos de combustível por assento representam o maior “driver” na busca de estruturas leves inovadoras. Apesar das melhorias significativas na fuselagem, motores e componentes internos mais leves, os custos de combustível, no computo dos custos gerais de operação da frota, continuam a subir.

O aumento dos preços dos combustíveis se tornou o fator de custo dominante para as operações aéreas, sendo responsável por um terço ou mais dos custos operacionais. Em 2022, o combustível poderá representar 50% ou mais dos custos operacionais da frota.

À medida que entramos em uma nova era da aviação, é claro que a indústria está focada na busca de novas e excitantes formas de utilização de materiais leves. No entanto, o uso de estruturas leves também deve ser viável e a aquisição, a implementação operacional e os aspectos pós-uso também devem ser considerados.  

Em tempos de vôos  e de distâncias cada vez mais longas a luta para alcançar a diferenciação entre os aviões, não permite que o conforto seja sacrificado. Além disso, o desenvolvimento de normas ambientais mais rigorosas e as preocupações ambientais dos clientes destacam a importância de estratégias de descarte e reciclagem dos materiais leves utilizados.

A 1 ª Conferência Internacional do IQPC  - sobre “Inovações em Compósitos para Cabines Aeronáuticas e Materiais Leves "  vai reunir as partes interessadas de toda a cadeia de valor para garantir a máxima transferência de conhecimento e intercâmbio profissional.

Não perca a oportunidade de conhecer especialistas internacionais de OEM’s, as companhias aéreas, fornecedores e academia para discutir, ouvir e aprender sobre suas experiências e desafios durante as duas conferências e um dia inteiro de workshop.

Conheça os novos materiais e tecnologias destinadas a reduzir o peso e dimensões dos componentes para reduzir custos e melhorar a eficiência das aeronaves.

Ouça sobre novos processos e tecnologias de processamento, incluindo a mudança contemplando maiores volumes de peças.

Considere como o conforto dos passageiros podem ser impactados e até melhorado através da integração do uso de compósitos.

Compreenda os processos de certificação, incluindo os regulamentos internacionais de segurança e barreiras de certificação.

Responda às preocupações ambientais relativas à reparação, reutilização e reciclagem de materiais compósitos


Junte-se a nós para três dias de sessões de aprendizagem, diálogos e debates esclarecedores, e sessões em profundidade num workshop com  alto nível de interatividade.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

CAMX2014 - a Feira, sucessora da ACMA, é agora em Out/14


O COMPOSITES and ADVANCED MATERIALS EXPO 

Eco-Wolf, Inc estará no Stand 4370 e terá prazer em recebê-los !

Local: Orange County Convention Center / Orlando - Florida/USA
Datas: 14 a 16 de Outubro de 2014

www.thecamx.org/


OoA / Out of Autoclave


Técnica elimina o caro uso de autoclaves, permitindo a construção de peças de grande porte
com vantagens também no lado mecanico do funcionamento das mesmas.

http://www.drycomposites.com/liquid-moulding-manufacturing-not-necessarily-ooa/

Vale a leitura !

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A PNRS vai ficar só no papel?

Lei de resíduos sólidos não foi cumprida. E agora?

Tenho acompanhado atentamente os muitos comentários e análises de variados especialistas a respeito dos desdobramentos do não cumprimento do prazo para que os prefeitos de todas as cidades brasileiras dessem um ponto final aos seus lixões. Nos dias posteriores ao prazo final para o cumprimento da Lei Nacional de Resíduos Sólidos, 2 de agosto, foram divulgados relatórios, realizados eventos e elaboradas inúmeras teorias para justificar o chocante fato de ainda existirem no Brasil cerca de 3.500 lixões ativos em todas as regiões brasileiras, número cujo significado é o descumprimento da lei por 60,7% dos municípios.
O resultado a demonstrar o fragoroso descumprimento da lei pela maioria só surpreendeu os ingênuos. Era notória a falta de movimento e de ações efetivas de nossas autoridades municipais.
O problema está distribuído por todo o País, quase sem exceções. Só no Nordeste a existência de lixões ainda é uma realidade em mais de 1.500 municípios. A situação também é grave entre algumas capitais como Porto Velho, Belém e Brasília. O Distrito Federal representa um caso vergonhoso, pois tem o chamado Lixão da Estrutural, o maior da América Latina, com uma extensão correspondente a 170 campos de futebol e altura equivalente a 50 metros de lixo.
A Lei 12.305, denominada de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos, entrou em vigor em 3 de agosto de 2010, concedendo prazo até agosto de 2012 para os municípios apresentarem seus planos de gestão integrada de resíduos sólidos (art. 55) e até o último dia 2 de agosto de 2014 para o encerramento dos lixões (art. 54). A primeira data relativa à obrigatoriedade das prefeituras para a entrega dos planos já havia sido amplamente descumprida, portanto, difícil seria imaginar que a segunda seria contemplada com mais tranquilidade.
E um fato ainda mais interessante e curioso de toda essa discussão é que não foi a LPNRS a determinar o fim dos lixões em todo o país. A disposição ambientalmente adequada de rejeitos em aterros sanitários (locais capazes de evitar contaminações, danos à saúde humana e maiores impactos ambientais) já estava prevista em uma antiga portaria de número 053/1979 do Ministério do Interior. Ela condenava o descarte em lixões e, desde 1981, a poluição ambiental passou a ser considerada crime. Anos mais tarde, a Lei 9.605 de 1998 acrescentou a necessidade de se obter o licenciamento ambiental para o descarte de materiais, coisa que, obviamente, nenhum lixão teria condições de conseguir.
Registros históricos à parte, entramos no mês de agosto com uma massa de prefeitos de todos os cantos do Brasil rotulados como “foras da lei”. Pela letra fria do texto da LPNRS esses dirigentes municipais que ainda despejam os resíduos de suas cidades em lixões podem ser presos, perder o mandato e pagar uma multa de até 50 milhões de reais dependendo dos variados graus de descumprimento da lei. O município também poderá deixar de receber repasses de verbas do governo federal, o que seria fatal para o orçamento de uma quantidade enorme de cidades que dependem desse dinheiro para sobreviver.
E agora? O que fazer?
Diante desse quadro de cores fortes e perturbadoras, as opções que estão sendo colocadas de maneira mais incisiva vão da punição imediata até a extensão do prazo para o cumprimento da lei. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi uma das primeiras a se manifestar em nome do governo federal, contra a prorrogação do prazo. No sentido contrário, uma emenda ao projeto de lei apresentado pelo deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB) joga para mais 8 anos o cumprimento da lei. Importante lembrar que em ano eleitoral pouca coisa irá mudar se tivermos que esperar ações do governo ou do Congresso Nacional.
Talvez, antes de definir os novos passos de implementação da lei e diante dessa nova realidade, melhor seja conhecer com mais detalhes o que se passou nesse período desde a aprovação da lei no Congresso Nacional em 2010. Será mesmo possível classificar todos esses milhares de prefeitos como irresponsáveis e pouco preocupados com a saúde e o futuro de suas populações?
Bem, não foi isso o que a senadora Vanessa Grazziotin do (PCdoB-AM) apresentou em seu relatório na Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos no Senado Federal. Após reunir informações de seis audiências públicas relacionadas ao tema, ela constatou que existem inúmeros fatores que levaram ao descumprimento dos prazos, entre os quais, ela cita o caso do seu estado. No Amazonas, afirma Grazziotin, todos os municípios apresentaram o planejamento para a desativação dos lixões, mas não puderam executar por falta de recursos e acesso a verba federal. Nessa situação seria possível dividir um pouco da responsabilidade entre o Governo Federal e os municípios.
A própria Confederação Nacional dos Municípios em diversos encontros, realizados nos últimos anos, revelava a preocupação de seus associados quanto às dificuldades que encontravam para elaborar seus planos e a falta de apoio tanto em pessoal técnico qualificado como em garantia de verbas para coloca-los em prática.
Avanços apesar de tudo
Mas todo esse cenário não é composto apenas de más notícias. Um estudo da Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) concluiu que, atualmente, 40% de todo o lixo produzido no Brasil ainda tem destinação inadequada. Só que esses números são bem mais interessantes que os 88% registrados em 1989, quando os nossos resíduos produzidos a cada dia tinham como destino lixões a céu aberto sem qualquer cuidado ou tratamento. Isso graças a chegada da Lei Nacional de Resíduos Sólidos mesmo com todos os  problemas de cumprimento apresentados até aqui.
Também podemos somar outro grande benefício que são os investimentos do poder público no apoio às cooperativas de catadores. Hoje o Brasil possui, segundo a Abrelpe, cerca de 30 mil profissionais cooperados para um universo de 800 mil catadores que vivem dessa atividade. Pouco claro, mas que eram menos ainda num passado não tão distante.
É óbvio que os números vinculados aos avanços podem ser vistos como tímidos e insuficientes. Por outro lado, fechar os olhos para o que foi conseguido e apenas lamentar e criticar pouco irá contribuir para uma mudança real nesse estado de coisas. Entre passar a mão na cabeça dos prefeitos ou puni-los com o rigor e a espada da lei, fico com um meio termo que busque efetivamente o caminho de uma solução positiva e duradoura em prol da saúde das pessoas e do meio ambiente.
Fonte: Carta Capital

quarta-feira, 28 de maio de 2014

QUER TORNAR SUA MÃO DE OBRA MAIS PRODUTIVA?


Nossa fórmula proprietária No-Roll é capaz de eliminar grande parte do trabalho de roletagem.

Seu pessoal vai ficar disponível para começar a fabricar outras peças em vez de perder tempo 
roletando para eliminar bolhas e fazer assentar a fibra.

Básicamente sómente onde a fibra vira 90o. vai ser necessário dar um toque do rolete.

D~e uma conferida no vídeo abaixo:

Fórmula No-Roll aplicada em peça cilíndrica

Quer saber mais?

Dê uma chamada:  11 972 292 279
                               11 2157 0600
ou escreva para:  litec@outlook.com